December 5, 2021

Ceará Caçadores apresenta segundo americano para jogar a Superliga Nacional

Tempo aproximado de leitura:1 minutos, 43 segundos

Roggasch e Battle (dir) sao os novos reforços do exterior para o Ceará Caçadores. Foto Caçadores/Divulgação

A poucos dias para a estreia na Superliga Nacional, o Ceará Caçadores apresentou oficialmente, em coletiva de imprensa, seus dois reforços americanos para a temporada 2016: os americanos Talon Roggasch e Turmour “TB” Battle.

O confronto na primeira partida será neste domingo (10), às 16 horas, contra o atual campeão nacional, o João Pessoa Espectros.

Confira as conferências da Superliga Nacional

TBattle nasceu no Colorado, tem 1.78 m, 83 kg e uma vontade de vencer impressionante. O atleta jogou no Mendocino Eagles da Mendocino College (California Community College Athletic Association), no Wyoming Cowboys da University of Wyoming (NCAA Division I Mountains West Conference) e Colorado Mesa Mavericks da Colorado Mesa University (NCAA Division II Rocky Mountain Athletic Conference).

— Cheguei e vim para jogar, quero jogar domingo, é um grande jogo contra um time muito forte, mas quero vencer e fazer uma boa estreia — disse Battle.

Battle é o quarto americano acertado para jogar pelo Ceará Caçadores. Para esta temporada, ele se junta ao wide receiver Tallon Roggasch, que chegou no início do ano. Antes deles, outros americanos jogaram pelos Caçadores, Robert Norris, em 2014, e Larry Dugan que jogou em 2015.

Mais adaptado ao Estado, o americano, nascido no Colorado, Talon Roggasch, chegou a Fortaleza no mês de abril e está ansioso para fazer sua estreia em jogos oficiais pelos Caçadores. Talon tem experiência na comissão técnica dos times em que passou nos Estados Unidos e na Austrália e veio disposto a ajudar os cearenses no aprimoramento técnico e tático.

— Os estilos de jogadores no Brasil e nos Estados Unidos é diferente. Comparando o futebol americano com o soccer, nós somos mais habilidosos e os brasileiros são mais adeptos a força física. Com a bola redonda, os brasileiros são geniais e os americanos são mais fixos, com menos ginga. Mas, se pegarmos como exemplo os atletas dos Caçadores, os brasileiros estão evoluindo muito no futebol americano, tem que focar mais na parte técnica — segundo Roggasch.

Sobre o autor

Henrique Riffel

Jornalista e editor-chefe do Futebol Americano Brasil. Pós-graduado em Jornalismo Digital pela Famecos/PUCRS. Ex-colaborador do Pro Football e American Football International. Antigo produtor multimídia do Locast Project do MIT/EUA
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