O Santa Maria Soldiers oficializa a chegada do wide receiver Marcos Spiess

Spiess chega para compor a unidade aérea do Santa Maria Soldiers. Foto Acervo pessoal

A direção do Santa Maria Soldiers oficializou o ingresso do ex-wide receiver do Timbó Rex, Marcos Spiess, para disputar a temporada 2017 do Brasil Futebol Americano (BFA). Com os catarinenses, Spiess fez parte da campanha do tricampeonato estadual e dos dois títulos brasileiros – Torneio Touchdown e Superliga Nacional. Também foi eleito o MVP do ataque na temporada 2015 do TTD.

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Ele reforçará o elenco dos Soldiers para a disputa da BFA, que inicia em julho, uma semana após o fim do campeonato gaúcho, quando o elenco de Santa Maria enfrentará o Juventude, pelo Gaúcho Bowl IX.

Spiess joga futebol americano desde os 14 anos, quando ingressou na base do Rex, o antigo Timbó Rhinos. Desde então, treinou até os 16 quando teve uma parada forçada por motivos pessoais. Dois anos depois, retornou à equipe após ser aprovado em tryout. Após seu retorno, se passaram seis anos de treinamentos e evolução.

No Rex treinou e aprendeu com o coach Amadeo Salvador, uma das referências nacionais do esporte. As rotinas incluíam treinos de academia, campo, atletismo e estudo de vídeo.

— Sou um jogador que atua com intensidade no máximo até o último instante. Aprendi isso em Timbó, que devo me apoiar e acreditar nos companheiros de time, somos um só dentro de campo — contou Spiess.

Com a saída do americano Clinton Greenaway III, Spiess terá a missão de substituir o atleta em um período bem curto antes do início do nacional. Para o quarterback Douglas Rodrigues, o tempo e a assimilação do novo playbook não serão um empecilho ao atleta.

— Espero um acréscimo grande de experiência e qualidade. Ele vem de um time que é referência nacional para mim e com certeza vai agregar tanto na parte física do jogo quanto na parte tática. Jogadores com experiência sempre ajudam a evoluir jogadores a sua volta. Em relação a playbook, acho que ele não vai ter muita dificuldade. Pois, joga num sistema mais complexo de ataque. Já a química entre QB-WR será construída com muito treino e estudos, como sempre — explicou Rodrigues.

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