November 29, 2021
Fluminense Guerreiros estuda a participação da Liga Nacional em 2017. Foto Pedro Abad/Twitter

Presidente Pedro Abad apresenta o novo Fluminense Guerreiros

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Fluminense Guerreiros estuda a participação da Liga Nacional em 2017. Foto Pedro Abad/Twitter

O futebol americano ganha mais um time no Rio de Janeiro. O Fluminense volta a ter um elenco, onde se junta ao Botafogo Reptiles, Flamengo, Rio de Janeiro Islanders e Vasco da Gama Patriotas. O tricolor carioca passará a se chamar Fluminense Guerreiros.

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Os Guerreiros treinarão e sediarão mandos de campo no tradicional estádio das Laranjeiras. O próximo tryout está agendado para o mês de janeiro de 2017. A infraestrutura oferecida desta vez está entre as melhores do Brasil. A base apresentada será um atrativo para trazer novos prospectos e atletas mais experientes. Além disso, o elenco do Rio de Janeiro Cariocas, time feminino, está em negociação a fazer parte do projeto.

O projeto é inovador: os atletas selecionados terão equipamentos profissionais novos emprestados pelo clube. O que alivia a situação financeira de muito jogador, que por não ter condições de adquirir o shoulder pad ou helmet, deixa de praticar o futebol americano de contato.

— Treinar num estádio histórico, num gramado em excelentes condições, com vestiários confortáveis e contar com a estrutura de um clube como o Fluminense é algo muito especial. Por incrível que pareça, nosso esporte ainda sofre com condições precárias de treinos e muitos times penam para conseguir um campo. Jogar nas Laranjeiras é o sonho de qualquer atleta brasileiro de futebol americano — comemora o head coach dos Guerreiros, Sandro Cox.

Duas pessoas foram cruciais na formação da nova do Fluminense: Frederico Castro (do esporte amador) e o presidente eleito Pedro Abad, que sabem o quanto apostar no futebol americano pode ser benéfico para o clube. O próprio presidente é um dos maiores entusiastas da empreitada. Em tempos de austeridade a empreitada se mostrou adequada, pois, todo o investimento inicial veio do apoio de atletas e torcedores, o que não onera, portanto os cofres do clube.

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Sobre o autor

Henrique Riffel

Jornalista e editor-chefe do Futebol Americano Brasil. Pós-graduado em Jornalismo Digital pela Famecos/PUCRS. Ex-colaborador do Pro Football e American Football International. Antigo produtor multimídia do Locast Project do MIT/EUA
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