Indicada pela CBFA, Fontão é eleita para o STJD do futebol americano

Fontão assume o comando do STJD do futebol americano por indicação da CBFA. Foto Arquivo pessoal/Futebol Americano Brasil

A Confederação Brasileira de Futebol Americano (CBFA) deu mais um importante passo ao realizar nesta segunda-feira (6), por meio de videoconferência no canal CBFA TV, a cerimônia de posse do Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol Americano. Pela primeira vez na história do país, um ente máximo da justiça desportiva brasileira será presidido por uma mulher. Nathália Fontão foi indicada pela CBFA e conduzida ao cargo durante o evento online, ao lado de Alberto Goldenstein, vice-presidente.

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— Estou muito honrada em poder participar de tudo isso. Ter um tribunal presidido por uma mulher significa, para mim, reconhecimento. É muito importante que as mulheres tenham espaço e oportunidade, mas o mais importante é que sejam reconhecidas pela sua capacidade de fazer um bom trabalho — comentou Fontão.

De acordo com o presidente da CBFA, Ítalo Mingoni, o Superior Tribunal será essencial para um ambiente esportivo saudável.

— Esse é um marco para o futebol americano no Brasil. Pela manutenção da gestão de conformidade. De compliance da Confederação e na preservação de um ambiente da prática de desporto íntegro e justo — disse.

Para Fontão a tarefa principal é mostrar aos entes envolvidos com o esporte no país, a necessidade da atuação do Tribunal.

— O nosso maior desafio é implementar o Tribunal de Justiça e mostrar à comunidade do futebol americano o quão ele é necessário. Além de ser um requisito legal para o desenvolvimento de qualquer modalidade esportiva no Brasil, ele serve para trazer mais segurança e equidade às competições, fazendo com que as equipes, atletas, e entidades se esforcem para cumprir a legislação e, principalmente, os regulamentos de competições — explicou.

Na mesma ocasião, também foi empossado o Procurador Geral do STJD-FA, Henrique Abrantes, que ressaltou que a entidade atuará de maneiras preventiva, repressiva e educativa.

— O esporte está profissionalizando cada vez mais, ensejando uma maior responsabilidade de todos os envolvidos, e é exatamente aí que a procuradoria irá atuar. O papel da procuradoria será garantir que o esporte se mantenha sério, responsável e dentro dos regulamentos aplicáveis. Uma atuação tanto preventiva, auxiliando os clubes e federações acerca de seus direitos e deveres, mas também atuando de forma repressiva, quanto assim se fizer necessário, sempre buscando o caráter pedagógico — contou.

Texto: Assessoria da CBFA

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